Trechos extraídos da postagem "Coração em Crônica" de 30/10/2011, e em comemoração aos 20.000 acessos a este blogue:
(...)
Destes de tirar o pó das costas do coração – as cinzas da brasa –, os abraços mais vigorosos são delicados laços de fita, só um pouquinho mais apertados, é claro. Às vezes, os corações ficam tão enormes que o abraço só é possível com um dos lados, de meio corpo, quando, então, o presenteado encosta o ouvido no coração do outro ouvindo o seu próprio moto-perpétuo, esse mecanismo perfeito, cheio de rubis, cheio de corda para tão delicadas, tão sutis engrenagens mantenedoras do calor humano como um sol irradiando desde o peito.
(...)
Tal é a crônica enquanto objeto de construção criativa dos mais nobres ideais humanos. Um coração aberto. Um presente num laço de fita.
Coração em crônica:
http://poemas-de-sol.blogspot.com.br/2011/10/coracao-em-cronica.html
Jairo Ramos Toffanetto
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Aprendizagem do céu - Haicai Op. 652
Língua. Passarinho
preso numa cadeia de dentes.
Voar é preciso
Jairo Ramos Toffanetto
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Celebração aos 20.000 acessos em Poemas de Sol
Sei que o blogar tem algo de "convercê" e, embora eu gosto disto, tenho me dedicado, em geral, ao fazer poético literário ou ao fazer em arte filosofico, e junto a isto, postado músicas que, a cada momento, rondam o meu espírito. Em tempos não distantes, este tal "convercê" era chamdo de "jogar converça fora", e mais antigamente, digamos... na época do meu pai, era chamado de "bate-caixa" e também de "papear". É possível que passe usar mais deste expediente "convercê", pois sinto-o como um modo, uma forma "maneira", leve e legalíssima - lúdica - de me comunicar a qualquer instante.
Tenho visto muitos blogues assim e, apesar de eu, particularmente, gostar do brincar com as palavras e sua orquestração na materialização de alguma idéia, sinto falta deste "jogar converça fora", afinal a língua é um passarinho preso atrás de uma cadeia de dentes. Escrever porque se tem dedos pode ser até no colocar preço no cacho de bananas. Ah! foi assim que comecei a escrever: por gostar do escrever, do ir dominando a caligrafia, de ver a tinta saindo da pena, úmida no papel até sumir o último brilho. Isto ocorreu já no primeiro contato com a caneta de pau sobre carteira para banco com dois assentos nuna escolinha isolada da Vila Jundiaínópolis (1961). Desde então, sempre gostei de desenhar as palavras e os números. Gostava disto, pois as coisas sérias que me ensinavam eu podia fazê-las brincando.
Enfim, 20.000 acessos aos Poemas-de-Sol. Dez mil deles entre 03/11/2011 a 02/05/2012. A postagem inaugural se deu em 11/06/2010. A isto, agradeço a paciência e a torcida da minha mulher e filhos. Também sou grato aos 15.383 acessos de gente do meu país, e também aos 4.617 acessos de gente de paises do meu continente e do além mar - e, em especial, à gente dos E.U.A. Rússia, Alemanha e Portugal - os mais freqüentes. Muito obrigado, mesmo!!! Agradecimento em especial às "forças" que, por Bondade, permitem-me ser útil naquilo que sei fazer de melhor.
Amigos deste blogue, estou aqui para lhes compartilhar que estou muito feliz, e não só por mim, mas todos vocês.
Eternamente grato.
Jairo Ramos Toffanetto
João Bosco - Vida Noturna
Composição de João Bosco e Aldir Blanc
Outras postagens com João Bosco:
Inconpatibilidade de gênio (interpretado por Clementina de Jesus): http://poemas-de-sol.blogspot.com.br/2012/01/clementina-de-jesus-incompatibilidade.html
Livro - Cantos do Pássaro Encantado
São uma delícia os textos de Rubem Alves. Dizem-nos da poética da vida, avivando e ampliando sabores conhecidos e amados, despertando outros, e sempre com extrema delicadeza, com a arte do sutil, do encanto da beleza, e de tudo que nos torna mais humanos.
Na contra
capa vem escrito:
"Cantos do Pássaro Encantado é uma reunião de crônicas sobre as diversas fases do amor, desde o encantamento inicial, quando tudo é sonho e os olhos dos amantes só existem para o outro, até o fim melancólico de uma história que, por diversas razões ou sem-razões, não pode mais existir. Mas Rubem Alves nos mostra, com a maestria que lhe é peculiar, que ainda há esperança e que, após a morte do amor, sempre há a possibilidade da ressurreição.Permeando o texto com experiências vividas e sofridas, Rubem Alves nos presenteia com um livro que é uma tradução apaixonada de seus amores, em todo seu enredo de vida, morte e ressurreição."
Jairo Ramos Toffanetto
terça-feira, 1 de maio de 2012
Trabalhar o belo
No agora estão todos os dias que se foram e os que chegarão. Estamos sob a luz do dia eterno. A Terra é uma promessa, a garantia de uma nova estação. Resta-nos trabalhar o belo.
Jairo Ramos Toffanetto
Mentes perigosas - O psicopata mora ao lado
Estes elementos podem ser descritos como mestres do ilusionismo (engodo) e, como tal, são cheios de firulas, de conversa mole, e sempre estarão relembramdo favores feitos a você. Quem fala muito dos seus sentimentos em relação ao outro é porque não têm nenhum. Na falta de coração constrói um e o coloca em suas mãos. Pra quem se deixa cooptar porque é carente de sentimentalismo barato é um prato cheio. Depois, não reclame quanto ele te der um nó e cuspir fogo em cima, e não é só, difícil mesmo será se livrar do cheiro de enxofre de mil diabos.
Jairo Ramos Toffanetto
Ana Beatriz, em seu livro Mentes Perigosas - O psicopata mora ao lado, mostra-nos "Como reconhecer e se proteger de pessoas frias e perversas, sem sentimento de culpa, que estão perto de nós".
"Este é um livro perturbador porque nos faz descobrir que estamos sempre correndo
o risco de ser a próxima vítima. Mas ao mesmo tempo nos dá as únicas armas
possíveis para nos defender: a possibilidade de reconhecê-las para sair de
perto!" - Gloria Perez, escritora e novelista
Ebook Mentes Perigosas O Psicopata Mora ao Lado – Ana Beatriz Grátis
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