segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A fábula da cigarra e a formiga: uma crueldade para com as crianças

"Sinônimo para desalmado é sem-vergonha."

..."Só os doentes psicossociais, profundamente egoístas, alinham-se com a Formiga. Mas em se pensar que tal fábula possa ser útil para uma criança é não saber nada do amor como pureza de..."
"A criança, afinal, precisa de idéias para acreditar que vencerá. Só com esperança ela pode, quando chegar a hora, ir à luta, conquistar a sua autovalorização, a sua identidade e, por fim, vencer para ser feliz...Veja mais:  

Jairo R. Toffanetto


Choronas - "Brasileirinho" (com Cláudia Feres) e "Odeon"


Brasileirinho, de Waldir Azevedo

Cláudia Feres rege a Avon Woman


Odeon, de Ernesto Nazareth

domingo, 9 de outubro de 2011

Maysa - Cantora, compositora e atriz

Maysa cristalizou uma das mais sensíveis obras da
Música Popular Brasileira.



 Maysa em Maricá, no especial da TVE produzido em 1974, cantando "Chuvas de Verão" de Fernando Lobo



João de Barro / Alberto Ribeiro
Maysa em 1960, no disco " Sinfonia do Rio de Janeiro " (vários cantores homenageiam a cidade maravilhosa.


Composição: Dolores Duran.
Álbum: Convite para ouvir Maysa nº 04, de 1959.



Larissa Maciel interpreta Maysa em minisérie da Globo.

Mônica Salmaso (raro, diferente, especial, belíssimo)

de Chico Buarque e Vinícius de Morais


de Clementina de Jesus


deFrancisco Mattoso / José Maria de Abreu

sábado, 8 de outubro de 2011

Ontem no Polytheama


Ontem, a Orquestra Muncipal de Jundiaí, sob a regência de Cláudia Feres, abriu o programa do seu II Concerto com a belíssima "Serenata para Cordas" do compositor cearense Alberto Nepomuceno (1864-1920). Minha vontade era sair do teatro ao término de sua execução para ficar só com ela dentro do meu peito, coisa da paixão, do amor à primeira vista, mas ainda havia a "Bachianas Brasileiras n.o 4" do Villa (Heitor Villa-Lobos, 1887-1959), Carlos Gomes com "Sonata em Ré", Radamés Gnatalli, Marco Pereira. Enfim, um programa invejável com arautos de nossa música e, ainda, o privilégio de poder ver o ouvir Fábio Zanon, brilhante solista convidado, e que deu um peso internacional à apresentação. Que mais a dizer é fala do coração, da companhia da Regina, minha mulher, dos amigos Tony, das gêmeas Iracema e Nadir, e... 
profundamente agradecido,

...oh! 
Cláudia Ferez

(No Clube de Campo - 4)"Duplo assalto na rua dos Jatobás - 2"


Nna rua dos Jatobás - 2








2) Poucos passos depois, e o segundo assalto veio de cima do muro. Num instantâneo, joga a minha cabeça para trás, o meu queixo cai e a circunspecção em que eu estava é subtraída. Estou sob um manto escuro. Nada vejo senão uma explosão de luzes cintilantes. Minha cabeça gira como um periscópio e perco contato com o corpo que mal a acompanha. As pernas fazem um nó e, num movimento reflexo, uma delas se desata para o equilíbrio, salvando-me de um tombo certo. Minha vista está no substrato do firmamento e isso é tudo que sei. Assim fico até que eles, meus olhos, voltando-se para o muro, reencontram-se com a estrela que me tirou o chão para abriu o céu de horizonte a horizonte como a uma.arca abarrotada de estrelas.

quero-me mundo
de estrelas olhos rasos
no pulsátil profundo
fulgor de abraços

a graça
a bem-aventurança
a divina raça

Agòsto de 2003

Jairo Ramos Toffanetto

> Bloco das postagens
"No clube de campo (da completude)":
Na Rua dos Jatobás -1
http://poemas-de-sol.blogspot.com/2011/10/no-clube-de-campo-3-duplo-assalto-na.html
Op. 412
http://poemas-de-sol.blogspot.com/2011/10/no-clube-de-campo-da-completude-2.html
A ovelha e seu filhotinho
http://poemas-de-sol.blogspot.com/2011/10/ovelha-e-seu-filhotinho-cronica-de-2003.html  <

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Leon Tolstói (pensamentos)

 
"A alegria de fazer um bem é a única felicidade verdadeira"
 
 
Lev Nikoláievich Tolstói 1828-1910) é considerado um dos maiores escritores de todos os tempos.





  
                                         "Eu queria movimento e não um curso calmo de existência. Queria excitação e perigo e a oportunidade de sacrificar-me por meu amor. Sentia em mim uma superabundância de energia que não encontrava escoadouro em nossa vida tranquila."

                                            "Os que se chamam grandes homens são etiquetas que dão o seu nome aos acontecimentos históricos; e assim como as etiquetas, não têm relação com esses acontecimentos."

                                             "O estilo nem por sombra corresponde a um simples culto da forma, mas, muito longe disso, a uma particular concepção da arte e, mais em geral, a uma particular concepção da vida."