terça-feira, 13 de março de 2012

É preciso gostar de si mesmo pra amar a vida

                                   Imagem extraída da Internet


Quem tem medo da vida não gosta de quem vive a colorir de entusiasmo cada momento vivido, não gosta da alegria, da vibração da paz e desconfia da felicidade. Detesta caixa de lápis de cor, tem medo do arco-íris, dói-lhe o canto dos pássaros, imola-se como o sorrir da vida e com a harmonia na vida dos outros. Vivem de braços cruzados à frente do peito como a defenderem seu eu. Sofre, sofre... e ainda quer ser abanada. Deixar uma pessoa desta entrar em seu meio é abrir a porta pra mil diabos.

É preciso gostar de si mesmo para amar a vida e então participar do grande milagre da existência.

Jairo Ramos Toffanetto

segunda-feira, 12 de março de 2012

Vissarion Yakovlevich Chebalin - Symphony No. 1 (1925)


Chebalin foi um dos compositores mais cultos e eruditos de sua geração. Foi vítima do expugo de artistas em 1948 e caiu no esquecimento.

Vissarion Yakovlevich Chebalin - em russo: Виссарион Яковлевич Шебалин) - nasceu em Omsk na Rússia (1902-1963)
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Pitanga em Pé de Amora - Choro (Bate Boca) - Clipe



Pitanga Pé de Amora é música popular brasileira de alta qualidade.

Veja-os em apresentação ao vivo:

Serra do Japi e Aziz Ab Saber




Em comemoração aos 29 anos de tombamento da Serra do Japi que ocorreu no dia 8 de março de 1983, a TVE entrevistou AZIZ AB SABER o principal personagem dessa história.  

Clique aqui: http://youtu.be/uRn3qGreSmU
ou pelo site www.tvejundiai.com.br


Saiba mais sobre Aziz Ab Saber:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aziz_Ab'Saber


Nota: A TVE informa que participam do programa Aziz Ab´Saber, Professor Emérito da USP; João Vasconcelos Neto, Professor do Instituto de Biologia da Unicamp, os Guardas Municipais, Inspetor Soares e Subinspetor Gimenes, Renata Freire, Diretora de Meio Ambiente de Jundiaí, Antônio Mendes Pereira, Pres. do Conselho Gestor da Serra do Japi entre outros.  

Imagem extraída da Internet

domingo, 11 de março de 2012

Chico Buarque de Hollanda "Olê Olá" - "Com açúcar, com afeto" (Ele e a Nara) e " A Rita"


 Todas as composições são do Chico, e de um mesmo álbum (Chico Buarque de Hollanda) de 1966, aos 22 anos de idade:

Não chore ainda não, que eu tenho um violão
E nós vamos cantar
Felicidade aqui pode passar e ouvir
E se ela for de samba há de querer ficar
Seu padre toca o sino que é pra todo mundo saber
Que a noite é criança, que o samba é menino
Que a dor é tão velha que pode morrer
Olê, olê, olê, olá
Tem samba de sobra, quem sabe sambar
Que entre na roda, que mostre o gingado
Mas muito cuidado, não vale chorar

Não chore ainda não, que eu tenho uma razão
Pra você não chorar
Amiga, me perdoa, se eu insisto à toa
Mas a vida é boa para quem cantar
Meu pinho, toca forte que é pra todo mundo acordar
Não fale da vida, nem fale da morte
Tem dó da menina, não deixa chorar
Olê, olê, olê, olá
Tem samba de sobra, quem sabe sambar
Que entre na roda, que mostre o gingado
Mas muito cuidado, não vale chorar

Não chore ainda não, que eu tenho a impressão
Que o samba vem aí
É um samba tão imenso que eu às vezes penso
Que o próprio tempo vai parar pra ouvir
Luar, espere um pouco, que é pra o meu samba poder chegar
Eu sei que o violão está fraco, está rouco
Mas a minha voz não cansou de chamar

Olê, olê, olê, olá
Tem samba de sobra, ninguém quer sambar
Não há mais quem cante, nem há mais lugar
O sol chegou antes do samba chegar
Quem passa nem liga, já vai trabalhar
E você, minha amiga, já pode chorar

 


 

sábado, 10 de março de 2012

Johnny Guitar Watson Live 1980


Conheci Johnny "Guitar" Watson (1935 - 1996) - guitarrista, cantor e compositor norte-americano - através de suas memoráveis participações nos discos de Frank Zappa and The Mothers Invention: One Size Fitz all em "San Ber'dino" e "Andy", e no Then Or Us em "In France".


A luz vem da expansão da energia

Abertos para o novo geramos movimento e com ele nos expandimos. Quem vive em expansão contagia, modifica o meio. O  novo é cheio de energia em fresquidão com a qual nos renovamos. Tem a força da germinação. Potência de broto tenro a furar o chão que o cobre. Só cresce quem se fortalece no caminhar para a luz. .

O mais velho entre nós, se não estagnado e a cheirar gases mefíticos, é o que mais se reformulou e, por isso mesmo, o mais remoçado, o mais moço entre nós. Parar de crescer, de reformular(-se), é envelhecer. Envelhecer é caminhar com sombra da morte. A sombra do velho remoçado é branquinha branquinha, da cor da alma. Quem parte cheirando mofo fica guardado até que ele se ponha em movimento, até que tire o pó dos tempos.

Quem caminha livremente não carrega o peso de si mesmo e pode voar para horizontes novos. Quem busca o novo salta do puleiro e se junta a outros em pleno vôo, descobre o caminho dos ventos e não carrega o pó da escuridão insalubre. Briga com gaivotas famintas e nada lhe falta. Com os pés no chão descança nas nuvens, busca o néctar para se assentar à mesa da Bondade Maior e beber na mesma taça das criaturas de luz. Todo o resto é só surreal.

Jairo Ramos Toffanetto