Quem tem medo da vida não gosta de quem vive a colorir de entusiasmo cada momento vivido, não gosta da alegria, da vibração da paz e desconfia da felicidade. Detesta caixa de lápis de cor, tem medo do arco-íris, dói-lhe o canto dos pássaros, imola-se como o sorrir da vida e com a harmonia na vida dos outros. Vivem de braços cruzados à frente do peito como a defenderem seu eu. Sofre, sofre... e ainda quer ser abanada. Deixar uma pessoa desta entrar em seu meio é abrir a porta pra mil diabos.
É preciso gostar de si mesmo para amar a vida e então participar do grande milagre da existência.
Em comemoração aos 29 anos de tombamento da Serra do Japi que ocorreu no dia 8 de março de 1983, a TVE entrevistou AZIZ AB SABER o principal personagem dessa história.
Nota: A TVE informa que participam do programa Aziz Ab´Saber, Professor Emérito da USP; João Vasconcelos Neto, Professor do Instituto de Biologia da Unicamp, os Guardas Municipais, Inspetor Soares e Subinspetor Gimenes, Renata Freire, Diretora de Meio Ambiente de Jundiaí, Antônio Mendes Pereira, Pres. do Conselho Gestor da Serra do Japi entre outros.
Conheci Johnny "Guitar" Watson (1935 - 1996) - guitarrista, cantor e compositor norte-americano - através de suas memoráveis participações nos discos de Frank Zappa and The Mothers Invention: One Size Fitz all em "San Ber'dino" e "Andy", e no Then Or Us em "In France".
Abertos para o novo geramos movimento e com ele nos expandimos. Quem vive em expansão contagia, modifica o meio. O novo é cheio de energia em fresquidão com a qual nos renovamos. Tem a força da germinação. Potência de broto tenro a furar o chão que o cobre. Só cresce quem se fortalece no caminhar para a luz. .
O mais velho entre nós, se não estagnado e a cheirar gases mefíticos, é o que mais se reformulou e, por isso mesmo, o mais remoçado, o mais moço entre nós. Parar de crescer, de reformular(-se), é envelhecer. Envelhecer é caminhar com sombra da morte. A sombra do velho remoçado é branquinha branquinha, da cor da alma. Quem parte cheirando mofo fica guardado até que ele se ponha em movimento, até que tire o pó dos tempos.
Quem caminha livremente não carrega o peso de si mesmo e pode voar para horizontes novos. Quem busca o novo salta do puleiro e se junta a outros em pleno vôo, descobre o caminho dos ventos e não carrega o pó da escuridão insalubre. Briga com gaivotas famintas e nada lhe falta. Com os pés no chão descança nas nuvens, busca o néctar para se assentar à mesa da Bondade Maior e beber na mesma taça das criaturas de luz. Todo o resto é só surreal.
Nasci em S.Paulo (1954). Resido em Jundiaí(SP). Sou líder de treinamento corporativo. Toda minha vida profissional foi dedicada a buscar no indivíduo a inclinação favorável para o seu desenvolvimento pessoal, profissional e social. Procuro ser útil no ponto em que o meio mais precisa.
Na minha vida pessoal, sou escritor e também realizo várias incursões no mundo das artes e, assim como no trabalho, sempre na intenção da construção de um mundo bem melhor.