sábado, 17 de dezembro de 2016

Assim disse a roseira


1.
A roseira, por sentir o preúdio dos seus botões velados, segue em cândida e laboriosa meditação à rosa de quem se diz aprendis. Dela auscultei o declame aos que se prendem a um botão de rosa. Nela está a metafísica do belo até pelos seus espinhos. Disse-me do Jardineiro, o Mestre da Luz, e me contou uma história fabulosa conhecida por ela e seu Jardineiro, aquele quem ensina as pessoas retirarem rosas do coração. Quando seus aprendizes o conseguem, tornam-se filósofos, poetas da rosa.

Elegantemente ela se apresentou assim:

(texto em edição. Amanhã eu conto)
JRToffanetto

Nenhum comentário: