Em Vila Arens/Jdí/2013 |
É preciso parar para ver/sentir o impacto das imagens nos cercam, e quando, nossa visão se amplia. Entramos noutro universo, o de todas as possibilidades. Nele, tornamo-nos instrumento, no caso, configurar a máquina fotográfica para flash, colocando-a como pivô da expressão da imagem como registro do movimento congelado, construindo a ponte e síntese do significado - dentro e fora do observado. (JRToffanetto)
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